Projeto efetiva ferrovia como meio de transporte, diz professor
A implantação do Ferroanel de São Paulo, além de desafogar o trânsito de trens (passageiros e cargas) dentro da Capital, tem papel importante para fomentar planos que, realmente, transformem as ferrovias da macrorregião que interliga Campinas, São Paulo e Santos em corredores efetivos de transporte de pessoas e mercadorias. O professor da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Creso de Franco Peixoto afirma que o projeto terá impacto positivo para regiões que têm uma grande concentração de cargas como São Paulo e Campinas.
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“O projeto do Ferroanel paulistano é viável e deve estimular outros planos do setor ferroviário. O transporte de cargas pela ferrovia reduz o custo logístico”, diz. Ele comenta que a implantação do ferroanel cria potencialidades na área e que deve estimular uma melhora nas condições de transporte de carga entre as regiões de Campinas, São Paulo e Santos.
Para ele, é preciso investir já com verba carimbada e linhas de financiamento na melhoria da infraestrutura para o transporte de cargas e passageiros. “A rentabilidade do negócio vem do transporte de cargas. Mas investimentos para fortalecer a infraestrutura do transporte de passageiros também traz benefícios para a área de transporte de mercadorias”, ressalta.
Peixoto observa que existem muitas possibilidades para as atividades ferroviárias na Região Metropolitana de Campinas(RMC). Ele reforça que é necessário uma integração com o Aeroporto de Viracopos e o Ramal de Exportação (entre Campinas e Santos). “Poderia ser criado um trem de passageiros entre Campinas e São Paulo que fosse alfandegado. Dessa forma, o passageiro poderia fazer o check-in dentro do trem e ao chegar no aeroporto só esperaria pelo embarque na aeronave”, diz.
O professor da Unicamp cita ainda que será importante também a integração entre os modais ferroviários e rodoviários. “Os caminhões poderiam, por exemplo, trazer os contêineres de cargas até as estações de trens. Ou os trens poderiam ter plataformas baixas que permitissem transporte de caminhões”, comenta. Peixoto diz que o transporte pelo trem é mais barato e mais sustentável. “O impacto ambiental é menor, assim como o gasto com combustível”, pontua.
(Adriana Leite/AAN) // Guilherme Busch || Da Agência Anhanguera
“O projeto do Ferroanel paulistano é viável e deve estimular outros planos do setor ferroviário. O transporte de cargas pela ferrovia reduz o custo logístico”, diz. Ele comenta que a implantação do ferroanel cria potencialidades na área e que deve estimular uma melhora nas condições de transporte de carga entre as regiões de Campinas, São Paulo e Santos.
Para ele, é preciso investir já com verba carimbada e linhas de financiamento na melhoria da infraestrutura para o transporte de cargas e passageiros. “A rentabilidade do negócio vem do transporte de cargas. Mas investimentos para fortalecer a infraestrutura do transporte de passageiros também traz benefícios para a área de transporte de mercadorias”, ressalta.
Peixoto observa que existem muitas possibilidades para as atividades ferroviárias na Região Metropolitana de Campinas(RMC). Ele reforça que é necessário uma integração com o Aeroporto de Viracopos e o Ramal de Exportação (entre Campinas e Santos). “Poderia ser criado um trem de passageiros entre Campinas e São Paulo que fosse alfandegado. Dessa forma, o passageiro poderia fazer o check-in dentro do trem e ao chegar no aeroporto só esperaria pelo embarque na aeronave”, diz.
O professor da Unicamp cita ainda que será importante também a integração entre os modais ferroviários e rodoviários. “Os caminhões poderiam, por exemplo, trazer os contêineres de cargas até as estações de trens. Ou os trens poderiam ter plataformas baixas que permitissem transporte de caminhões”, comenta. Peixoto diz que o transporte pelo trem é mais barato e mais sustentável. “O impacto ambiental é menor, assim como o gasto com combustível”, pontua.
(Adriana Leite/AAN) // Guilherme Busch || Da Agência Anhanguera



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