Governo prorroga contrato se malha receber melhorias
Por Leon Botão || Jornal O Liberal
ANTT está exigindo a realização de obras com objetivo de diminuir acidentes em áreas urbanas na Região do Polo Têxtil
ANTT está exigindo a realização de obras com objetivo de diminuir acidentes em áreas urbanas na Região do Polo Têxtil
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| Foto: João Carlos Nascimento - O Liberal |
A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) impôs uma série de melhorias na malha férrea paulista, inclusive nos trechos que passam pela RPT (Região do Polo Têxtil), como condição principal para autorizar a antecipação da prorrogação do contrato de concessão com a ALL (América Latina Logística), solicitado pela concessionária em 2015. As exigências envolvem obras de melhorias, medidas de diminuição de acidentes nas áreas urbanas e mudanças em alguns trechos. O montante chega a R$ 4 bilhões, segundo o órgão federal. Os investimentos foram calculados pela agência e discutidos nesta última semana em duas audiências públicas.
O contrato de concessão da malha paulista foi firmado em 1998 e tem duração máxima de 30 anos. Visando antecipar a renovação do contrato, a ALL fez o pedido, que está sob análise. Parte desse levantamento foi concluído em um relatório elaborado durante 14 meses pela ANTT. No texto, foram levantados os principais problemas e impostos investimentos para solucioná-los. O relatório ainda precisa ser aprovado no Tribunal de Contas para que, assim, seja celebrado o termo aditivo do contrato. Segundo o documento, as linhas estão saturadas, com densidade de tráfego de trens elevada, sendo necessária expandir a capacidade de transporte para o atendimento da demanda. O estado de conservação dos ramais é ruim, segundo o texto, e a causa principal dos acidentes (60%) decorre da interferência de terceiros, como o tráfego de pessoas e veículos rodoviários ao longo das cidades interceptadas pela ferrovia. Esses acidentes, inclusive, são comuns na RPT, como a tragédia que matou 10 pessoas, em Americana, em 2010.
O contrato de concessão da malha paulista foi firmado em 1998 e tem duração máxima de 30 anos. Visando antecipar a renovação do contrato, a ALL fez o pedido, que está sob análise. Parte desse levantamento foi concluído em um relatório elaborado durante 14 meses pela ANTT. No texto, foram levantados os principais problemas e impostos investimentos para solucioná-los. O relatório ainda precisa ser aprovado no Tribunal de Contas para que, assim, seja celebrado o termo aditivo do contrato. Segundo o documento, as linhas estão saturadas, com densidade de tráfego de trens elevada, sendo necessária expandir a capacidade de transporte para o atendimento da demanda. O estado de conservação dos ramais é ruim, segundo o texto, e a causa principal dos acidentes (60%) decorre da interferência de terceiros, como o tráfego de pessoas e veículos rodoviários ao longo das cidades interceptadas pela ferrovia. Esses acidentes, inclusive, são comuns na RPT, como a tragédia que matou 10 pessoas, em Americana, em 2010.
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